Amigos, leitores e amigos leitores.
Eu estou um pouco tonto depois de estudar alguns anúncios do refrigerante Dolly. Creio que vocês também sabem qual é a sensação após assistir tamanho absurdo da publicidade nacional.
Eu poderia falar mal até minhas forças acabarem, mas seria como empurrar bêbado de ladeira.
O que importa são os questionamentos que devemos fazer quando nos deparamos com as famigeradas campanhas Dolly.
Vamos aos fatos:
A empresa: Dolly do Brasil Refrigerantes Ltda
A agência: X (não encontrei ninguém que queira se responsabilizar por isso)
O conceito criativo: Até parece! Ha-Ha-Ha
O público: Autistas.
E após verificar que a empresa, não possui parâmetro algum sobre o que é comunicação e bom senso, vamos ao momento mais crítico deste post.
Aviso: Se você tem hipertensão, problemas cardíacos, é sensível a imagens fortes ou é extremamente mau-humorado, não continue.
O que vocês conseguiram perceber de errado nessa propaganda? Fora é claro o fato de uma garrafa falar!
Se fosse na vida real o dollynho seria:
- Uma garrafa gay (reparem sua voz)
- Uma garrafa canibal (perceba que aos 0:17 segundos da campanha acima, ele consome outro Dolly!)
- E uma garrafa carente (afinal ele te obriga a acreditar que é seu amigo e já te chama para cantar!)
Mas se essa fosse a única campanha porca, até que tudo bem.
Agora me expliquem isso aqui:
Como assim?!?!
Um cantor gay + um bombado burro = Dolly Guaraná
Deus é mais.
Que amigos que conversam assim!?!!? Quem usa boné, camiseta e corrente de uma marca de guaraná?!?!
Quando eu vejo isso, a sensação é de que pegaram o meu cérebro, mastigaram e cuspiram.
Meus caros, vou terminar o post por aqui, pelo simples fato de que eu estou quase vomitando!
Tchau.