O vencedor.

Publicado: janeiro 17, 2012 em not comedy
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Um dia eu cometi um grande engano.

Falei sobre maturidade, foco, determinação de maneira a afrontar os sonhos de uma pessoa. Ela, em um gesto de sabedoria, sequer retrucou – diferentemente de mim, ela sabia o que estava fazendo. A histería eufórica e prematura dos meus pensamentos se tornaram em uma dor agúda, porém prazerosa; eu havia mordido a língua. A mesma pessoa não parou por aí e continuamente me surpreendia.

E hoje não foi diferente.

Recebi uma notícia muito difícil de ser digerida. Uma notícia que não se mastiga, ela desce a seco, rasgando. Por instantes me permiti a ausência de qualquer lógica e não segurei as lágrimas, me perdoem leitores, mas as vezes é foda! E então fui mais uma vez atacado por uma onda de orgulho, amor, e tantas outras coisas boas que sugo sem dó dessa pessoa, e percebi o quanto eu ainda tenho a aprender com ela.

Gustavo, você é um dos maiores exemplos que eu tenho na vida. Essa decisão que você tomou, só mostra o quanto você é um vencedor.

Eu te amo.

 

Masoquismo intelectual.

Publicado: janeiro 16, 2012 em not comedy
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Do âmago da minha alma, amargo algo que nem me falta.

E eu que já sou um calo e você que não se cala?

O coração mastiga o cérebro em um rito estúpido, quase religioso.

Mas nem me preocupo, deixo tudo anotado.

Caso eu me esqueça do que tenho passado.

Pós vírgula

Publicado: dezembro 22, 2011 em not comedy

Páginas viradas me deixam mais próximo do tão comentado final feliz, e nada me deixa tão satisfeito quanto os ganhos decorrentes dessa “perda”, podem parecer pensamentos antagônicos, mas na realidade são tão complementares que até me espanto não ter juntado ambos um pouco mais cedo.

E agora?

Com o futuro nem me preocupo, me ocupo de presente e me dou de presente cada segundo de novas descobertas. 

Ah, esse pós vírgula…

“E então em uma exatidão que daria inveja à Pitagoras, em uma sobriedade Aristotélica, em um plano cartesiano ou maquiavélico eu me perdi, misturei tudo e joguei fora.

Mudei e nunca me senti tão eu mesmo.”

 

Crepe de nutella

Publicado: dezembro 14, 2011 em not comedy
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Escolhi um sabor menos amargo e provei um crepe de nutella.

Simples assim, sem frescuras. 

Dei um sorriso de canto de boca, enquanto olhos alheios me fitavam de perto ao saborear tal doce.

E gostei.

Tanto do crepe quanto da satisfação de voltar a ter paladar.