Hi Bruno.

It’s been a crazy journey hum; I know you might be thinking “how crazy am I writing a letter to myself?”. Well let’s face it, nobody is normal.

What a crazy feeling you’re having inside of ‘our’ chest right now. It’s a mix of anxiety and fear, happiness and good memories, all together as a huge bow, but for some reason we don’t know what to do with that. Should we add some sauce? Perhaps…

This is a letter for you/me to remember in the future… nothing has an end, if you look it from the bright side, everything is an opportunity to start all over, brand new, and that is beautiful.

That’s what I’m about to do. And trust me, I know you’ll love it!

All those tears dropped when you left, all those smiles when I arrived, all those nights trying to figure something out, when I already knew the answer, but you was just too confused.

Was worth.

I’m where you want to be, and you in a few minutes will feel the same way.

And I’m ready for this new beginning.

I’m just waiting for you, Bruno.

Hoje e sempre.

Publicado: fevereiro 25, 2012 em not comedy
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Hoje eu li que ‘hoje’ é o dia dos padrinhos, me senti confuso…

Decidi me abrir para vocês aqui, sem linguagem figurada, sem nada.

Meu padrinho é um grande homem, que vem acariciando o meu coração com sua bondade e pela forma clara como demonstra seu amor pela família, sempre. E eu o amo demais.

Porém é impossível falar sobre essa data sem lembrar de uma das pessoas mais importantes que eu já conheci na vida, a minha grande amiga, conselheira, tia e madrinha. Uma fada madrinha. Eu do alto do meu agnosticismo, ainda alimento uma esperança de um dia, quem sabe, pelo menos alguns minutos, sentir de novo o seu carinho.

Quem teve a oportunidade de conhecê-la sabe agora como é difícil continuar lendo esse post com lágrimas cobrindo as letras. Meu sentimentalismo aqui pode até parecer clichê, mas meu amor é autêntico, não se dispersa com o tempo.

Aos meus padrinhos, não desejo um feliz dia, específico e atrofiado. Amo vocês diariamente.

 

 

 

 

Leia nas entrelinhas ou finja que entendeu.

Publicado: fevereiro 2, 2012 em not comedy
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De tantas nuanças penso que mudanças são como matanças.

Da cor de minhas forçadas maçãs.

Da dor de minhas falsas maçãs.

Sabe aquelas que afastam os lábios e deixam os dentes amostra?

Pois é, bem por aí.

Portas abertas

Publicado: janeiro 30, 2012 em Music, not comedy
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Como pode um copo de café em um domingo de manhã me fazer refletir mais que Nietzsche ou David Bowie? Entre notas cruas do meu violão encaixo uma voz rouca que intervalo com rabiscos num papel velho. O mesmo papel de sempre, o papel que interpreto com exatidão matemática e precisão milimétrica, porém mesmo assim ainda esqueço as minhas falas. Fico sem ar, coração acelerado… penso que estou todo errado e aí paro. Dou mais um gole no meu café e começo tudo de novo.

Antes eu queria achar a saída do labirinto, agora eu preciso me encontrar primeiro. 

 

 

O vencedor.

Publicado: janeiro 17, 2012 em not comedy
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Um dia eu cometi um grande engano.

Falei sobre maturidade, foco, determinação de maneira a afrontar os sonhos de uma pessoa. Ela, em um gesto de sabedoria, sequer retrucou – diferentemente de mim, ela sabia o que estava fazendo. A histería eufórica e prematura dos meus pensamentos se tornaram em uma dor agúda, porém prazerosa; eu havia mordido a língua. A mesma pessoa não parou por aí e continuamente me surpreendia.

E hoje não foi diferente.

Recebi uma notícia muito difícil de ser digerida. Uma notícia que não se mastiga, ela desce a seco, rasgando. Por instantes me permiti a ausência de qualquer lógica e não segurei as lágrimas, me perdoem leitores, mas as vezes é foda! E então fui mais uma vez atacado por uma onda de orgulho, amor, e tantas outras coisas boas que sugo sem dó dessa pessoa, e percebi o quanto eu ainda tenho a aprender com ela.

Gustavo, você é um dos maiores exemplos que eu tenho na vida. Essa decisão que você tomou, só mostra o quanto você é um vencedor.

Eu te amo.

 

Masoquismo intelectual.

Publicado: janeiro 16, 2012 em not comedy
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Do âmago da minha alma, amargo algo que nem me falta.

E eu que já sou um calo e você que não se cala?

O coração mastiga o cérebro em um rito estúpido, quase religioso.

Mas nem me preocupo, deixo tudo anotado.

Caso eu me esqueça do que tenho passado.